Resumo para o candidato: Em concursos como FGV, FCC, Cebraspe e Vunesp, a gramática (microestrutura) pode representar até 50% da nota ou ser o critério de desempate fatal. Erros de concordância, regência e pontuação são os principais vilões que eliminam candidatos preparados. Entender esses desvios é a chave para garantir a vaga.
Escrever uma redação para concurso público não é apenas uma questão de ter boas ideias ou um repertório vasto. Para as bancas examinadoras, a redação é um teste de **domínio da norma culta**. Muitas vezes, um candidato com uma argumentação brilhante acaba sendo eliminado porque cometeu deslizes gramaticais que sinalizam falta de rigor técnico.
As bancas possuem grades de correção rigorosas. Enquanto o conteúdo avalia o que você diz, a gramática avalia a sua capacidade de utilizar a ferramenta oficial de trabalho de um servidor público: a língua portuguesa. Um erro de concordância pode parecer pequeno, mas ele comunica ao corretor uma falta de atenção à estrutura básica da frase.
Neste artigo, vamos dissecar os erros mais recorrentes e como você pode evitá-los para subir de nível e garantir sua aprovação. Afinal, a diferença entre o aprovado e o excedente costuma ser de apenas alguns décimos — exatamente o valor de uma vírgula mal colocada.
Aprenda a estrutura completa que as bancas exigem com o método do zero ao avançado.
CONHECER A FÓRMULA DA REDAÇÃOGarantia incondicional de 7 dias • Acesso imediato
O erro mais comum não acontece em frases simples como "Os alunos estudam". O perigo surge quando o sujeito está longe do verbo. Em concursos, é comum o uso de apostos ou orações intercaladas que "escondem" o núcleo do sujeito.
Dica do Profinho: Sempre que terminar uma frase longa, volte ao início e pergunte ao verbo: "Quem é que deve?". No exemplo, é a **manutenção** (singular).
Este é o erro que faz o corretor "chorar sangue". Existe uma regra de ouro na sintaxe: nunca se separa o sujeito do seu predicado com uma única vírgula, não importa quão longo o sujeito seja.
Muitos candidatos sentem uma "pausa para respirar" e colocam a vírgula. Lembre-se: vírgula é marcação sintática, não pausa respiratória.
A crase não é um acento de enfeite. Ela é a fusão da preposição "a" com o artigo feminino "a". Errar a crase demonstra que você não domina a regência dos verbos.
Bancas mais tradicionais como a FCC adoram penalizar o uso inadequado dos pronomes átonos. A regra básica que você não pode esquecer: **não se inicia frase com pronome oblíquo** (ex: "Me parece que..."). O correto em início de frase é a ênclise: "Parece-me que...".
A teoria ajuda, mas a prática com correção profissional é o que realmente vira o jogo. Você precisa de alguém (ou algo) que aponte exatamente onde você está errando antes do dia da prova.
Não deixe que erros bobos de português tirem você da lista de classificados. Tenha suas redações corrigidas por quem entende de bancas de concurso.

Bônus Exclusivo: Receba um Dossiê das Bancas pelo WhatsApp abaixo!