A concordância verbal e nominal é o mecanismo que garante a harmonia entre as palavras em uma frase. Em concursos públicos, erros de concordância são punidos severamente pelas bancas, podendo ser a diferença entre a aprovação e a eliminação. Domine as regras de flexão de número e pessoa para garantir um texto impecável.
Você já sentiu aquele "frio na barriga" ao escrever uma frase longa e não saber se o verbo deve ficar no singular ou no plural? Essa dúvida é comum, mas letal para quem busca uma vaga no serviço público. A concordância não é apenas uma regra gramatical chata; é a base da clareza e do profissionalismo do seu texto.
Muitos candidatos dominam o conteúdo técnico do tema, mas falham na norma culta. Para as bancas, um erro de concordância demonstra falta de domínio da língua e desatenção — características que nenhum avaliador deseja encontrar em um futuro servidor.
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QUERO A FÓRMULA DA REDAÇÃOA concordância verbal ocorre quando o verbo se flexiona para concordar com o seu sujeito. Parece simples, mas as bancas adoram colocar "armadilhas" para te confundir. Confira as principais:
Aqui, a regra é que o adjetivo concorde em gênero e número com o substantivo. Porém, existem termos que causam confusão frequente nas redações de concurso:
Ao terminar sua redação, não faça apenas uma leitura geral. Faça uma releitura focal: procure cada verbo e pergunte "quem é o sujeito?". Depois, verifique se o verbo está batendo com ele. Repita o processo com os adjetivos e seus substantivos. Esse filtro final salva dezenas de pontos.
Não deixe que um erro de concordância destrua o seu sonho. A Plataforma SOFIA utiliza inteligência artificial treinada para identificar exatamente esses desvios e te dar o feedback instantâneo que você precisa para evoluir.
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